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ENTREVISTA18 mar. 2026

'A KadiHope salvou minha vida' — a história de Dona Rosa, 67 anos

Dona Rosa voltou a sair de casa graças à cadeira de rodas recebida
Dona Rosa voltou a sair de casa graças à cadeira de rodas recebida · © KadiHope

Dona Rosa Maria dos Santos, 67 anos, moradora de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, passou dois anos sem sair de casa. Uma fratura no quadril após uma queda deixou sequelas permanentes — e a cadeira de rodas que precisava custava mais de R$ 2.800, um valor impossível para a aposentadoria de salário mínimo que sustenta ela e o marido, Seu João, 71 anos.

"Eu olhava pela janela todo dia. Sentia uma tristeza muito grande de não poder ir à missa, visitar minha irmã, nem sentar na calçada de tarde como eu sempre fiz", conta Dona Rosa em entrevista à equipe da KadiHope.

Em dezembro de 2025, sua filha Cleide encontrou a plataforma buscando no Google por "como conseguir cadeira de rodas de graça". Em menos de 48 horas após o cadastro, uma cadeira de rodas doada por uma família de Belém, no Pará, foi disponibilizada. Com o auxílio dos Correios e da solidariedade de um motorista local, o equipamento chegou à porta de Dona Rosa em dez dias.

"Quando chegou, eu chorei. Fui até a porta de casa no mesmo dia. Parecia que tinha voltado a viver", diz ela, emocionada.

A história de Dona Rosa é uma de centenas que chegam diariamente às equipes da KadiHope. Para o fundador Ricardo Stival, cada relato desses confirma o propósito da plataforma. "Não é só um equipamento. É dignidade, é liberdade, é vida."

A KadiHope nunca entra em contato para solicitar senha, Pix, doações ou dados pessoais.